16h44 CET
10/03/2026
Thiago Silva admitiu que, «se não tivesse sido (procurado por) um clube tão especial como o FC Porto, teria terminado a carreira em dezembro», quando deixou o Fluminense. «Com a história que tinha aqui e porque não correu como eu queria há 22 anos, aceitei (voltar), porque este ciclo tinha de ser fechado», explicou. Em entrevista à TNT Sports, gravada no museu do clube, o experiente defesa dos dragões, de 41 anos, espera «trazer mais alguns troféus», no final desta época, para expor naquele espaço. O internacional brasileiro dedicou ainda muitos elogios ao treinador dos portistas, Francesco Farioli, um «supercomandante», mesmo que seja cinco anos mais novo do que o próprio Thiago. «Foi na primeira reunião por vídeo que fiquei a saber disso... Não sabia que ele era mais jovem do que eu. Sinceramente, fiquei feliz e triste ao mesmo tempo», brincou o jogador, que antevê para Farioli «uma história linda no futebol como treinador». «É alguém que tem uma energia incrível e sabe mesmo muita coisa. No dia a dia, na preparação das coisas, ele consegue trazer numa só semana vídeo, preparação, treino e a parte mental. E não é algo de aleatório, é tudo para aquele adversário em específico. A preparação da semana é muito boa, a reunião pré-jogo é boa, os treinadores são bons e a energia é incrível, não só dele, mas de todo o staff. O FC Porto é uma família e quando cheguei encontrei esse espírito familiar», elogiou Thiago Silva.