23h54 CEST
04/05/2026
Desconfiança é mesmo o verbo que melhor assenta, face ao que se viveu durante a primeira parte deste jogo. Não dentro de campo, porque aí os leões entraram bem e conseguiram construir uma vantagem de três golos antes do intervalo, mas acima de tudo nas bancadas. Na memória, certamente, estava o empate cedido frente ao Tondela no último fim de semana. A segunda parte trouxe outro conforto ao jogo do Sporting, que ainda foi a tempo de o transformar em goleada. Suárez e Luis Guilherme deram a tranquilidade ao resultado, mas Debast ainda ofereceu o golo de «hora» ao adversário. Hjulmand fez o apelo nas redes sociais, os adeptos aderiram (não em larga escala) e Rui Borges promoveu o regresso à titularidade de Gonçalo Inácio. A entrada dos leões em campo foi semelhante ao entusiasmo de praticamente todo o estádio, algo apática. Isso permitiu aos vimaranenses controlarem a posse de bola desde cedo, mas quando foi necessário colocar a bola no fundo da baliza, falou mais alto a qualidade coletiva da turma de Rui Borges. Um pontapé de livre estudado deixou o regressado central português com tudo para fazer o 1-0 e este não desperdiçou. Nota para a assistência de Suárez, após cruzamento de Pedro Gonçalves. Certo é que esta goleada faz com que os leões igualem o Benfica em termos pontuais na tabela classificativa, ainda que o confronto direto seja benéfico para as águias, que se mantêm no segundo lugar... e em zona de Champions.