01h04 CEST
10/09/2026
Eduardo Quaresma aproveitou a titularidade frente ao Galatasaray para assinar uma exibição de grande nível. Rui Borges fez questão de explicar que a ausência do defesa-central de alguns onzes não está relacionada com falta de qualidade, mas antes com as características de cada adversário e as opções estratégicas. E foi ainda mais longe nos elogios: o treinador leonino vê Quaresma como um jogador com capacidade para chegar à Seleção Nacional e assume uma admiração especial pelo defesa. A gestão dos quatro centrais «O Quaresma, enquanto treinador, cabe-me a mim decidir. Não tem a ver com ele ter alguma consistência de jogos. Melhorou em relação ao passado, não é? Nenhum deles é titular. Tenho quatro grandes centrais. Quando escolho dois, é difícil deixar os outros dois, porque só tenho quatro grandes centrais, com características diferentes. O Quaresma dá-nos umas coisas, o Zeno dá-nos outras, o Inácio e o Ba, neste caso, também nos dão outras coisas. São muito diferentes. O Inácio também não começou tão bem o jogo, mas depois foi crescendo e fez uma grande segunda parte. Por isso, não tem a ver com oportunidades. Tem a ver, às vezes, com estratégias de jogo, mais propriamente. Porque ele é um grande jogador.» O episódio de Quaresma ao intervalo «O Edu tinha bebido um isotónico ao intervalo e caiu-lhe mal o isotónico. Estava maldisposto por causa disso. E acabou por, depois de fazer uma grande segunda parte, sair por se cansar, só por isso.»