01h14 CET
31/12/2025
A ideia tem sido defendida por Arsène Wenger, atual diretor de desenvolvimento do futebol da FIFA, o qual entende que mudar a lei do fora-de-jogo iria permitir ao futebol ter mais golos, menos paragens e tornar o jogo mais atraente. Mas afinal que alteração é esta? Apelidada de ‘Lei Wenger’, exatamente por ter sido alimentada pelo treinador francês, esta mudança define a posição de fora-de-jogo apenas quando o atacante estiver completamente à frente do penúltimo defesa adversário. Ou seja, atualmente um jogador está em fora-de-jogo se tiver um centímetro do pé, por exemplo - ou do joelho, ou da cabeça, ou de qualquer parte do corpo que possa tocar na bola (excluindo braços e mãos) -, à frente do penúltimo defesa. Com esta alteração, só estaria em posição irregular se todo o corpo estivesse à frente do penúltimo defesa adversário. Ora sabe-se que esta proposta de Arsène Wenger já foi testada em torneios juvenis e Gianni Infantino, no Dubai, anunciou que é altura de estudar as vantagens percebidas nesses testes já realizados. Até para, se for necessário, avançar para mais ensaios. O International Board (IFAB), entidade que supervisiona as regras do futebol, tem reunião agendada para 20 de janeiro, em Londres, pelo que este tema saltou efetivamente para o topo da atualidade, podendo significar uma mudança numa lei do fora-de-jogo que já não sofre nenhuma atualização desde 1990: há exatos 35 anos. Mas será que os homens do futebol concordam com esta alteração?