16h44 CEST
15/04/2026
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai debater, na próxima sexta-feira (15h00), em Assembleia Geral (AG) extraordinária, a forma de comercialização centralizada dos direitos audiovisuais, a partir de 2028/29, detalhou à Lusa o diretor executivo do organismo. A reunião magna tem como ponto principal da ordem de trabalhos a «apreciação, discussão e votação da proposta de procedimento para comercialização dos direitos audiovisuais da I Liga e da II Liga para o mercado doméstico». «O procedimento de comercialização define, acima de tudo, a forma como os direitos audiovisuais vão ser comercializados nos mercados. Define limitações e regras de participação no leilão e as linhas vermelhas que não poderão ser ultrapassadas em nenhuma instância durante a venda e a exploração destes direitos», começou por explicar André Mosqueira do Amaral, diretor executivo da LPFP e responsável da Liga Centralização. As 33 sociedades desportivas com equipas nas competições profissionais vão «definir como os leilões se irão realizar, o objeto a comercializar, a vigência dos contratos, as responsabilidades e direitos de cada outorgante e a forma como o produto pode ser objeto de distribuição (pacotes), bem como os limites e obrigações à sua exploração». Este é um dos passos rumo à concretização, dentro de duas temporadas, da centralização dos direitos televisivos, ou seja, a venda em conjunto das transmissões dos jogos, que representa uma das mais importantes receitas dos clubes.