21h24 CEST
17/04/2026
Jorginho, antigo médio do Arsenal que atua agora no Flamengo, abriu o livro sobre as bolas paradas que gunners, que são a imagem de marca da equipa que eliminou o Sporting da Liga dos Campeões. O internacional italiano, que chegou a vencer uma Champions pelo Chelsea, recordou a passagem no norte de Londres. Cada vez mais de fora das opções iniciais de Mikel Arteta, Jorginho garantiu que não guardou mágoa. Porém, confessou sobre a necessidade de recuperar a alegria de jogar futebol. «A paixão dentro de mim estava a diminuir um pouco. Pensei: ‘Preciso que esta chama se mantenha viva dentro de mim’. Eu sabia que precisava de acabar com o ciclo e recomeçar. Queria sentir-me vivo e importante e senti que precisava de ir para um lugar onde pudesse jogar com alegria», confessou em entrevista ao The Times. Relativamente às famosas bolas parada do Arsenal, o italiano utilizou uma expressão curiosa para comparar. Partilhou, ainda, uma ideia: se corre bem, porquê mudar? «Parece mesmo um trabalho de casa, essa é a realidade. Mas quando fazes o teu trabalho de casa e depois fazes o teste, obténs um bom resultado. Acho que as pessoas estão agora a perceber a importância das bolas paradas… Porquê que é um problema concentrar-se e trabalhar mais nisso, quando se obtêm resultados que deixam toda a gente feliz?», questionou. Porém, o médio de 34 anos acredita que dar apenas importância às bolas paradas acaba por desviar daquilo que é o futebol «bonito».