No ano que antecede a Copa do Mundo tudo se estreita: listas de convocados, identidade tática e a temperatura emocional em torno de uma equipe. Este episódio destrincha as decisões brutais que os treinadores enfrentam—reduzir o elenco, usar amistosos como experimentos, consolidar táticas, gerir a forma nos clubes versus o encaixe na seleção, equilibrar juventude e experiência e conter a pressão da imprensa e dos torcedores. Os últimos 12 meses separam clareza do caos: acerte as margens e você chega afiado; erre e você chega barulhento.