01h54 CEST
16/07/2026
Antes do primeiro dia de descanso, o Tour de France estacionou em Bordéus, na costa sudoeste, para a chegada da sétima etapa, debaixo de 42ºC – e sem direito a brisas ou sombras. Tal como há um ano em Toulouse, o Maisfutebol visitou Bordéus – oficialmente cidade irmã do Porto desde 1978 – à boleia da VELUX, a “Maison du Dossard”, ou seja, a casa dos dorsais do Tour de France. Na sexta-feira, horas antes de os ciclistas dominarem as atenções, os aficionados dispersam entre a Place de la Bourse, a meta e a fan-zone – em contracorrente há quem adormeça no relvado junto ao rio Garona, tingido pela terra. Place de la Bourse, na manhã que antecedeu a etapa. Na reta para a meta, os gigantes e criativos carros alegóricos fazem as delícias das centenas que anseiam todo o tipo de brindes: t-shirts, canetas, bonés, boinas, cadernos, óculos de sol, lenços, bidões, bolachas, barras energéticas, guloseimas, batatas fritas, porta-chaves, entre outros. Há chapéus e t-shirts de todos os tons e padrões, enriquecendo a tela que conta com as bandeiras de França, Bélgica, Noruega, Espanha, Eritreia, Estados Unidos, Argentina, Brasil, México, Venezuela, Eslovénia, Chéquia, Dinamarca e, claro, de Portugal. E também é possível identificar a bandeira da Occitânia, da Bretanha e da ilha de Sark, com os “leões passantes” da realeza inglesa. Para que ninguém “derreta” e falhe a chegada do pelotão, os sapadores locais refrescam as hostes à boleia de imponentes camiões. A bandeira da Occitânia.