23h34 CEST
31/08/2026
Este Benfica motivado por Marco Silva confirmou as expectativas em casa, contra um adversário teoricamente inferior, passando a teoria à prática. Contra o último adversário da época passada, as águias registaram novos sinais positivos a atacar e a defender, ainda que o jogo não tenha sido espetacular. Em grande parte, porque o Estoril respeitou a lei do mais forte. Tendo em conta o momento de forma das águias, bem melhor do que o dos canarinhos, que procuram ainda a primeira vitória esta época, os cascalenses defenderam ferreamente a sua grande área e resistiram como puderam. A gritante diferença de qualidade individual confirmou o desfecho mais provável – ainda que ele tenha sido, em 2025/26, tantas vezes desafiado na Luz. Um trabalho sagaz de Vangelis Pavlidis e uma bomba de Clement Lenglet (sim, leu bem), garantiram a vitória às águias, que agora têm um novo soldado – João Palhinha, muito aclamado na Luz. Yanis Begraoui ainda deu o ar de sua graça. RECORDE AQUI O FILME DO JOGO. Longe da permissividade e romantismo do Estoril de Ian Cathro, Vasco Matos apresentou uma equipa cuja maior valência foi o compromisso defensivo. Com pouca distância entre elementos, não permitiu praticamente nenhuma entrada do Benfica naquele pequeno retângulo chamado grande área.